tera, 21 outubro de 2014

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Família em Quixeramobim diz que padre esqueceu missa de 7° dia de falecimento

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Familiares tiveram quer fretar um veículo e conduzir os presentes para outra igreja.

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A dor pela perda de um ente querido, sem dúvida é inexplicável, só com a força divina que pode-se encontrar motivos para continuar a jornada comum da vida. Uma família enlutada pela morte do patriarca, agendou como manda os costumes religiosos a missa de 7° dia de falecimento, porém, jamais imaginava que aquele momento de orações em memoria do chefe familiar, se transformaria em um grande e inesquecível momento de constrangimento, o padre não apareceu a capela e portanto o ato católico não aconteceu.

O caso narrado aconteceu no município de Quixeramobim, no Sertão Central cearense, precisamente na comunidade de Onça. O fato chegou até a redação do portal Revista Central, através do filho do falecido, Fuzileiro Naval da Marinha do Brasil, Eliardo Nascimento, contou o episodio emocionado e se diz mais chateado por que em nenhum momento a Diocese de Quixadá, responsável pela jurisdição da capela, pediu desculpas por tamanho constrangimento.

“A dor pela perda de meu pai, vai passar, mas a indignação pela falta de respeito com que minha família foi tratada num momento tão delicado, essa não passa. Imaginem os senhores que a missa de sétimo dia marcada para às 17h do dia 03/01/2012, na igreja de Santa Luzia na comunidade de Onça, em Quixeramobim, seria proferida pelo pároco da Igreja do bairro Maravilha, Padre Sebastião Firmiano, simplesmente não aconteceu porque o padre "esqueceu". A igreja cheia com familiares, parentes e amigos aguardando o padre e nada. Nem um telefonema foi dado”, denunciou.

Emocionado o Militar continua, “aguardamos até às 17h40min. Então aluguei um micro-ônibus e conduzi os presentes para a igreja matriz de Quixeramobim, onde foi realizada uma belíssima missa pelo Padre Adauto. Eu pergunto se nem os padres consideram mais os seus fiéis, então onde vamos parar? Perguntando depois sobre o referido padre pela comunidade e adjacências, descobri que o mesmo é "acostumado" a "esquecer" os eventos. Nas Aroeiras, por exemplo, ele esqueceu um batizado”. Desabafou.

Nascimento deixou claro que em nenhum momento pensa em processar o padre ou mesmo a diocese, mas exige tão somente um pedido de desculpas, “só queria que a igreja reconhecesse a falha, só isso, não quero mover processo. A minha mãe sofre demais com tudo isso”. Segundo ele, a missa foi contratada por R$ 100,00, gastaram também com arranjos florais, jornaizinhos da missa e os santinhos. “Os cem reais foram devolvidos pela senhorita Euda, encarregada daquela igreja, os arranjos florais foram para o lixo, junto com os jornaizinhos. Não estou ligando pra parte financeira, só estou falando da parte sentimental e do constrangimento”. Descreveu.

O caso aconteceu no dia 03 de janeiro de 2012, dias posterior à redação do portal Revista Central, foi procurada, duas equipes buscaram informações, a primeira junto a Paróquia de São Francisco, no bairro Maravilha em Quixeramobim e a outra na Diocese de Quixadá. Foram mais de 20 dias tentando falar com o padre, por inúmeras vezes nossa redação entrou em contato através dos números indicados no site da Diocese de Quixadá (88)3441-3759/3444-2173 / 96350092, mesmo assim ninguém comentou sobre o caso e tão pouco informou onde o padre se encontrava. Entramos com contato com a Diocese de Quixadá e fomos orientados a procurar o Pe. Thomas James, responsável pela Diocese na ausência do bispo Dom Ângelo. Tentamos falar com Pe. Thomas pelos números (88) 3412-0433 / 3414-4603 / 99373014, a reportagem foi pessoalmente por três vezes a uma casa da diocese que fica próxima a Igreja Matriz em Quixadá, mesmo assim só havia informação dando conta que o Pe. Thomas não se encontrava. Deixamos três números para retorno o que não aconteceu. Na última sexta-feira voltamos a paroquia do bairro Maravilha, onde o padre trabalha e uma pessoa que pediu pra não ser identificada disse que um dos pneus do veiculo que estava conduzido o padre para a citada missa tinha furado e que a família foi informada em tempo hábil. A família garante que em nenhum momento ficou sabendo do problema, bem como não foi informada.

O portal Revista Central deixa o espaço para que os nomes citados possam se manifestar, ressalta ainda que foram quase 20 dias de peregrinação em busca de uma resposta.


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