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Dezenas de pequenos comércios vão desaparecer em Quixadá e desemprego deve ser o maior da história

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A “Zona Especial”, área do centro foi fechada num raio de até 10 quarteirões para tráfego de veículos (foto: RC)

Quixadá: As ruas do centro comercial da maior cidade da região Central do Ceará continuam fechadas como medida de combate à pandemia da COVID-19, essa decisão foi ratificada no último decreto do prefeito Ilário Marques. O governador também prorrogou as medidas por mais sete dias.

A retomada de novas atividades econômicas na cidade está suspensa. A “Zona Especial”, área do centro foi fechada num raio de até 10 quarteirões para tráfego de veículos. Apenas comércios essenciais, atividades do mercado de construção civil e salões de beleza estão com funcionamento de portas abertas, demais atividades aguardam a retomada gradual que está sendo adiada por conta do aumento exponencial dos casos de COVID-19 no município.

As medidas atingidas pelo novo Decreto Municipal são válidas até o dia 21 deste mês, mas como corriqueiramente devem se estender até o fim do mês. Os transportes de zona rural também continuam com rodízio e no período da tarde, muitos pessoas reclamam que estão chegando altas horas da noite.

Em análise, o corretor de imóveis Fábio de Oliveira, destaca que “dezenas de pequenos comércios vão desaparecer nessa pandemia, a crise é gigante e infelizmente, a gestão tem feito pouco para atenuar a crise e promover a desoneração de tributos aos seus munícipes”. Para ele, os vereadores, em maioria simples, negaram medidas importantes para diminuir os encargos dos contribuintes, os prejuízos geram quebradeira, falência e perspectivas sombrias para nosso mercado local.

Muitas lojas fecharam suas portas em Quixadá e não devem abrir após os efeitos da pandemia. Comerciantes acumularam dívidas com fornecedores e prejuízos ao longo dos quase quatro meses e não conseguem crédito.

Do outro lado, o desemprego em Quixadá deve ser o maior de sua história, causando consequências sociais.

Veja os números: Quixadá é um fracasso no combate a COVID-19 e tem 1.120 casos a mais em relação a Quixeramobim e quase o dobro de morte

 

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