O Ceará confirmou o terceiro caso de mpox em 2026, conforme atualização registrada nesta sexta-feira (20) na plataforma IntegraSUS, sistema de monitoramento da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Até o momento, não foram divulgadas informações sobre idade ou sexo da pessoa diagnosticada.
Segundo os dados oficiais, o Estado contabiliza 29 casos notificados neste ano, dos quais três foram confirmados, 24 descartados e dois permanecem sob investigação.
O primeiro registro da doença em 2026 foi confirmado no dia 10 de março, por meio do painel do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica. Na ocasião, a Sesa informou que o paciente recebeu atendimento médico e apresentou evolução clínica favorável.
Nos seus primeiros registros em todo o mundo, a mpox (a pronúncia é mônquei pox) passou a ser chamada de Varíola dos Macacos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “mpox” para evitar estigma e racismo associados ao nome anterior, visto que o vírus não se origina de macacos, embora possa infectá-los. Na verdade, é uma zoonose viral causada pelo vírus mpox (MPXV).
De acordo com as autoridades de saúde, a mpox é transmitida principalmente por contato direto entre pessoas, especialmente por meio da pele, secreções e fluidos corporais de indivíduos infectados. A transmissão também pode ocorrer por exposição próxima e prolongada a gotículas respiratórias.
A Secretaria da Saúde reforça a importância da vigilância epidemiológica e orienta a população a procurar atendimento em caso de sintomas compatíveis com a doença.
