Irmãos Quixadaenses suspeitos de assaltos a carros-fortes são mortos em confronto com PMs em Tocantins

Policiais de Tocantins entraram em confronto com suspeitos de assalto a carros-fortes. Foto: PM Tocantins

Os irmãos Quixadaenses Elineudo Oliveira Silva, o “Neudo Pipoca”, de 43 anos, e Elineuton Oliveira Silva, 41, acabaram falecendo na última sexta-feira (01), em confronto com a Polícia Militar de Tocantis, os envolvidos são suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em assaltos a carros-fortes, junto com mais dois indivíduos.

Os outros envolvidos da “Quadrilha dos pipocas”, morreram no último dia 31 de outubro, eles foram identificados como Paulo Sérgio de Oliveira, o “Paulo Pipoca” e Ângelo Márcio Rodrigues, conhecido como o “Márcio Pipoca”, a quadrilha tinha histórico de assassinatos a policiais, além de assaltos a bancos e carros-fortes.

“Neudo Pipoca”, apresentado como chefe da “Quadrilha dos Pipoca”, faleceu em confronto com policiais de Tocantins. Foto: SVM

De acordo com informações da Polícia Militar de Tocantins, o confronto entre os bandidos e os policiais ocorreram com equipes da Companhia de Operações Especiais (COE), Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), Grupo de Operações com Cães (GOC), policiais militares do 2º, 7º e 8º Batalhão da PM (Araguaína, Guaraí e Paraíso). A tropa foi formada por 40 homens e com apoio do helicóptero Tocantins Zero Uno, que conseguiu cercar a quadrilha na localidade de Pequizeiro, no município tocantinense de Araguacema. Um policial foi baleado e acabou não resistindo aos ferimentos durante a troca de tiros.

O sargento Deusdete Américo Gama, da Equipe de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), pertencente ao Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), morreu após dar entrada no hospital da cidade de Araguacema.

O grupo já haviam sido presos em janeiro de 2015, suspeitos de atacar um comboio composto de três carros-fortes no município de Russas (CE). Além desta acusação, os “Pipoca’ teriam atuado contra instituições financeiras também nos Estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Pará e Mato Grosso, o bando tiveram habeas corpus concedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão homologada, no dia 8 de março de 2017.