O Ceará contabilizou 969 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em cerca de um mês, segundo informações divulgadas em boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Os registros correspondem às notificações realizadas no sistema de vigilância epidemiológica e envolvem pacientes com sintomas respiratórios que evoluíram para quadros mais severos.
De acordo com a Sesa, a síndrome é caracterizada por sintomas como febre, tosse, dificuldade para respirar e necessidade de internação hospitalar. Os casos podem estar associados a diferentes vírus respiratórios, entre eles influenza, covid-19 e vírus sincicial respiratório, além de outras infecções respiratórias.
Os dados fazem parte do monitoramento permanente realizado pela rede estadual de saúde para acompanhar a circulação de vírus respiratórios no Estado. O sistema reúne notificações enviadas por hospitais e unidades de saúde que atendem pacientes com quadros respiratórios considerados graves.
Segundo a Secretaria da Saúde, o acompanhamento dos casos permite identificar possíveis aumentos de circulação de vírus e orientar medidas de prevenção e assistência na rede hospitalar. A vigilância epidemiológica também auxilia na organização de leitos e no planejamento de ações de saúde pública.
Autoridades de saúde reforçam que a população deve manter cuidados básicos para evitar infecções respiratórias, como atualização da vacinação, higienização das mãos e procura por atendimento médico em caso de sintomas mais intensos.
