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Fisioterapia e Terapia Ocupacional podem ajudar na recuperação de cirurgias de câncer de pele

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O mês de dezembro, marcado pela campanha Dezembro Laranja, chama a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele, o tipo mais frequente no Brasil. Além do alerta sobre os cuidados com a exposição solar, especialistas reforçam a importância da etapa que vem após o tratamento cirúrgico, sobretudo nos casos em que a retirada do tumor exige procedimentos extensos e reconstruções complexas.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 6ª Região (Crefito-6), Jacques Esmeraldo, a recuperação plena do paciente vai além do sucesso da cirurgia. Ele explica que intervenções em áreas como rosto, pescoço e membros podem gerar limitações funcionais que impactam diretamente a rotina. “O tratamento não termina na retirada do tumor. Ele se completa quando o paciente consegue retomar suas atividades sem as restrições impostas pela cirurgia ou pela cicatriz”, afirma.

Cirurgias de câncer de pele, como as realizadas para retirada de melanomas ou tumores extensos, podem resultar em restrição de movimentos, dores persistentes, inchaço e alterações estéticas que comprometem a funcionalidade. Nesse contexto, a fisioterapia atua na recuperação da mobilidade, no tratamento de cicatrizes e no controle de complicações como o linfedema, contribuindo para reduzir dores, melhorar a flexibilidade dos tecidos e restabelecer a amplitude dos movimentos.

A terapia ocupacional, por sua vez, tem papel central na retomada da autonomia. O trabalho é voltado para a recuperação de habilidades necessárias às atividades do dia a dia, como escrever, se vestir, manipular objetos e realizar cuidados pessoais. Além disso, auxilia na adaptação à nova imagem corporal e na reorganização da rotina durante o período de recuperação, evitando esforços que possam comprometer a cicatrização.

Para o Crefito-6, a integração da fisioterapia e da terapia ocupacional ao tratamento oncológico é fundamental para garantir qualidade de vida após o câncer de pele. “Ao associar essas áreas à assistência oncológica, o paciente não apenas supera a doença, mas recupera sua funcionalidade e sua independência”, destaca Jacques Esmeraldo.

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