Lar Nacional Após ridicularizar mulher com síndrome de down, jovem faz comentário homofóbico em Quixeramobim
NacionalPolicialQuixadáQuixeramobim

Após ridicularizar mulher com síndrome de down, jovem faz comentário homofóbico em Quixeramobim

466

Paulo_nogueira_crimesO acusado tem uma ‘legião’ de seguidores, que compartilham seus comentários e imagens depreciativas.

O Inspetor Epitácio, lotado na Delegacia de Polícia Civil de Quixeramobim, confirmou ao portal Revista Central, que o caso de homofobia já está sendo investigado pela unidade policial. Um membro da quadrilha junina registrou a ocorrência.

Não satisfeito, o acusado Paulo Nogueira, já conhecido da polícia por praticar atos dessa natureza em rede social, preferiu fazer chacota, desafiando assim, as autoridades públicas que combatem o crime. Ele voltou a postar comentários se gloriando por uma suposta fama.

Conforme o inspetor, o delegado Dr. Salviano de Pádua, titular da Delegacia de Quixeramobim, já agendou os interrogatórios dos acusados, para o início de julho.

Fique por dentro
Comentários homofóbicos contra quadrilha junina de Quixeramobim serão levados a Polícia Civil

Paulo Gleydson Nogueira Fernandes e a sua esposa Patricia Mirella Gomes de Sousa foram indicados no Termo Circunstanciado de nº 14421-20.2016.8.06.0154/0, em tramitação na 2ª Vara da Comarca de Quixeramobim, acusados de praticarem crime de Injúria Racial, alocado no Art. 140 § 3º Código Penal Brasileiro.

Após seis meses, o processo foi enviado para o Ministério Público denunciar ou não os acusados. Se denunciar, e caso o juiz receba a ação penal, eles poderão ser condenados até 3 anos de reclusão.

Esse processo em que Paulo Nogueira e sua esposa são indiciados foi ocasionado por terem fez comentários injuriosos contra uma mulher que sofre de síndrome de down. O caso foi denunciado por jornais locais, regionais, estaduais e nacionais.

Matéria relacionada
Quixeramobim: Mulher que sofre de síndrome de down é exposta de forma vexatória no facebook

O caso chama a atenção, quando, mesmo sendo réu em uma ação, Paulo Nogueira retornou com a sua conta e voltou a cometer crime. A População da cidade de Quixeramobim pede que o Ministério Público Estadual tome as devidas providencias cabíveis. Até o momento, o MP não se posicionou sobre os dois casos. 

O Promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, do MPSC, diz que é possível usar a Lei do Racismo (Lei n. 7.716/1989) para criminalizar atos discriminatórios homofóbicos. Conforme prevê o artigo 1º da Lei n. 7.716/1989, serão punidos os crimes resultantes de discriminação ou de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. 

A homofobia e a transfobia devem ser julgadas como crime de racismo. Esse é entendimento defendido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Janot, deve-se interpretar a Lei 7.716/89/89 (Lei de Racismo) para tipificar como crime de racismo comportamentos discriminatórios e preconceituosos contra a população LGBT.

Clique e curta nossa página no facebook

Serviço:

9º Batalhão da Polícia Militar em Quixadá
Rua Tenente Cravo – Campo Velho
Telefone: (88) 3445-1042 / 190

Destacamento da Polícia Militar de Quixeramobim
Rua Dr. Miguel Pinto, 100 – Duque de Caxias
Fone: (88) 3441.1190

Delegacia de Polícia Civil de Quixeramobim
Avenida. Dr. Joaquim Fernandes-Centro
Contato: (88) 3441-0302

 

Artigos relacionados

QuixeramobimÚltimas notícias

Quixeramobim: Casa de Antônio Conselheiro recebe show da Tuyo em maio

  A cidade de Quixeramobim recebe, no dia 09 de maio, através...

PolicialÚltimas notícias

Quixadaense que estava desaparecido desde sábado é encontrado sem vida em Ibaretama

Regiãao Central: O corpo de um homem de 64 anos foi encontrado...

PolicialÚltimas notícias

Idoso é atropelado no bairro São João quando voltava de um culto

Quixadá: Um idoso de 96 anos foi atropelado por uma motocicleta na...