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Secretária de Educação de Choró minimiza grave acidente com ônibus escolar, ataca imprensa e revolta população 

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Sinistro ocorreu entre as localidades de Grosso e Feijão, na zona rural de Choró (foto: divulgação)

Região Central: A postura da Secretaria Municipal de Educação de Choró diante do grave acidente envolvendo um ônibus escolar chocou e indignou a população, levantando sérias dúvidas sobre a competência da gestão do transporte escolar no município. Para ela, tudo está normal, esquecendo que poderia ter ocorrido uma grande tragédia com crianças.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a secretária Ana Flavia de Sousa Lima aparece tranquila, sem demonstrar qualquer preocupação com o risco que as crianças correram. Em vez de prestar esclarecimentos, preferiu atacar a imprensa, acusando-a de “sensacionalismo” e alegando que os veículos de comunicação estariam tentando “ganhar fama” com o caso. Flavia assina atestado de incompetência

O vídeo da secretária causou revolta geral por tentar minimizar um episódio gravíssimo, que poderia ter terminado em tragédia e morte de crianças. Ao afirmar que tudo estava “normal” porque a aluna que estava no ônibus não sofreu ferimentos, a gestora menosprezou o perigo real da situação. Vidas poderiam ter sido ceifadas caso o veículo tivesse tombado na parede do açude, como mostram as imagens registradas por moradores.

Além disso, a secretária não deu nenhuma explicação sobre as condições do motorista — acusado por populares de dirigir embriagado — nem sobre o estado do veículo, que circulava sem cintos de segurança e sem os equipamentos obrigatórios para garantir a proteção das crianças.

Especialistas alertam que o papel da Secretaria é garantir a segurança e integridade dos alunos, não relativizar riscos e transferir a culpa para a imprensa. Ao declarar que “quem precisava receber explicações já recebeu”, a secretária demonstra arrogância e descaso, ignorando que a sociedade, os órgãos fiscalizadores e os pais exigem transparência e providências imediatas.

Agora, cresce a pressão para que a Polícia Civil instaure inquérito criminal e apure responsabilidade solidária pela negligência, assim como para que o Ministério Público abra procedimento civil. A omissão e o discurso de normalidade por parte da gestão podem resultar em responsabilização judicial severa.

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