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Prefeitura de Senador Pompeu afirma que operação do MPCE foi “equivocada, precipitada e desnecessária”

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Homens da Polícia Civil em operação do MPCE cumpriram mandados na prefeitura do município (Foto: Google Maps)

Região Central: A prefeitura de Senador Pompeu se pronunciou, através de nota, informando que não fez nada de errado e que por isso considera as ações da Polícia Civil em cumprimento a uma operação do Ministério Público do Ceará (MPCE) “desnecessária”, ao contextualizar que a gestão foi alvo de um atentado.

O texto se refere a operação do MPCE por meio da Procuradoria de Crimes Contra a Administração Pública (Procap), que investiga possíveis irregularidades no contrato do aterro sanitário do município. Oito mandados de busca foram cumpridos por equipes da Polícia Civil em Senador Pompeu, Mombaça, Barbalha e na Capital, Fortaleza. No município a sede da gestão e a casa da mãe do prefeito Maurício Pinheiro foram alvo de buscas.

“A prefeitura de Senador Pompeu sofreu um grave atentado ao nosso direito e democracia. De forma equivocada e desnecessária, a Polícia Civil executou um mandado de busca e apreensão”, disse a prefeitura em nota. A gestão explicou que “todas as informações coletadas pela Polícia já haviam sido enviadas antecipadamente ao MPCE, o que torna a operação policial sem nenhuma necessidade”.

No texto a Prefeitura de Senador Pompeu afirma que sempre agiu de forma estrita com a legalidade, e respeitando todo o processo de gestão pública. Por essa razão entende a Operação como equivocada, embora afirme ter contribuído com maior transparência possível. “Em seis anos de gestão temos convicção absoluta que seguimos de forma irrestrita, em dar nenhum tipo de margem para atividades ilegais, ou mesmo faltando com a ética no serviço público”.

De acordo com o Ministério Público, os alvos da operação seriam agentes públicos, empresário e empresa que opera aterro sanitário na região. O MPCE investiga indícios de práticas do crime de responsabilidade, previsto no Decreto-lei nº. 201/67, e de associação criminosa e falsidade ideológica. As apurações apontam para a existência de irregularidades envolvendo os vínculos firmados entre a Administração Pública Municipal e a empresa que opera o aterro sanitário na cidade.

O prefeito Maurício Pinheiro já tinha se pronunciado através de suas redes sociais. “Vieram, não obtiveram nada ilícito e ainda foram bem tratados e bem recebidos. Isso é a minha forma de ser. A política não é feita por mim como uma carteira aberta, a política é uma missão na minha vida de ajudar as pessoas”. A casa da mãe do prefeito, Marilene Pinheiro, também foi alvo da operação.

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