Um padre da Paraíba está sendo cobrado na justiça, por um débito de quase R$ 12 milhões em função de irregularidades encontradas spoor órgãos de fiscalização, no período em que ele coordenou um hospital filantrópico do estado.
Egídio de Carvalho Neto teve, em seu nome, o débito de R$ 11.174.100,00 imposto pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCP) na última semana. Segundo o órgão, Padre Egídio teria cometido irregularidades de contas de convênios, termos de colaborações, cursos profissionalizantes e projetos “pós-alta” do Instituto São José (Hospital Padre Zé), quando o mesmo era gestor.
A ele ainda foi imposta a multa de R$ 15.390,07, conforme voto do relator da matéria, o conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, aprovado à unanimidade.
O Padre Egídio, que ainda pode recorrer da decisão, tem prazo de 60 dias para o recolhimento voluntário desse dinheiro aos cofres públicos estaduais, sob pena de cobrança judicial.
O processo que apura o ex-gestor do instituto resultou de Inspeção Especial de Contas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano concernente aos exercícios de 2019 a 2023. O relator apontou, entre outras irregularidades, aquisições excessivas para as quais não houve, da parte do ex-gestor do Instituto São José, comprovação documental nem da destinação de produtos, medicamentos e gêneros alimentícios.
