Um estudante de Fortaleza viveu uma grande frustração após realizar a compra de um celular pela internet e receber produtos completamente diferentes do esperado. O caso aconteceu no último dia 15 de junho e agora aguarda uma solução por parte da plataforma responsável pela venda.
Rivelino Ives investiu cerca de R$ 3.500 na aquisição de um iPhone e de um adaptador de corrente por meio da Amazon. No entanto, ao abrir a encomenda, encontrou apenas um livro religioso e uma capinha de celular incompatível com o aparelho que havia comprado.
Segundo o estudante, ele recebeu a confirmação da entrega enquanto estava na faculdade e criou expectativa para utilizar o novo aparelho. A surpresa veio ao abrir a embalagem e perceber que os itens adquiridos não estavam no pacote.
Após identificar o problema, Rivelino entrou em contato com o serviço de atendimento da empresa, que orientou a devolução dos produtos recebidos pelos Correios. A plataforma informou que, após o recebimento da devolução, faria uma análise do caso para decidir sobre a possibilidade de reembolso ou outra solução.
O jovem afirmou ainda que pesquisou relatos semelhantes na internet e ficou preocupado ao perceber que outros consumidores já passaram por situações parecidas. Enquanto aguarda uma resposta definitiva, ele segue sem o celular e sem o valor investido na compra.
Entre os objetos enviados por engano estava o livro “Manso e humilde: o coração de Cristo para quem peca e para quem sofre”, comercializado na própria plataforma por pouco mais de R$ 40.
Até o momento, Rivelino não registrou boletim de ocorrência. Em nota, a Amazon informou que irá avaliar e investigar o episódio antes de entrar em contato com o cliente.
Especialistas em defesa do consumidor destacam que, em casos como esse, o comprador pode exigir a entrega do produto correto, aceitar um item equivalente ou solicitar a devolução integral do valor pago. A escolha cabe ao consumidor.
A orientação também é guardar notas fiscais, comprovantes e registros da compra, além de, sempre que possível, filmar a abertura de encomendas de alto valor. Caso a empresa não resolva o problema, o consumidor pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, para buscar uma solução administrativa.
