Lar Prefeita de Madalena rebate decisão da justiça e se declara inocente sobre acusações de abuso de poder

Prefeita de Madalena rebate decisão da justiça e se declara inocente sobre acusações de abuso de poder

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Prefeita de Madalena Maria Sonia de Oliveira Costa (foto: rede social)

A prefeita de Madalena, Sônia Costa, negou as acusações feitas pela Justiça Eleitoral contra ela e ao seu atual vice-prefeito, Gilvan Inácio Sales. Os dois foram acusados, durante uma investigação da justiça, de cometer os crimes de abuso de poder econômico e político durante o período eleitoral. Sônia Costa se pronunciou através de suas redes sociais no fim da tarde de ontem, e negou a veracidade da decisão fornecendo outras versões para as acusações.

Conforme Sônia, na contramão do que lhe acusa a justiça “O que realmente aconteceu, foi uma visita nossa acompanhando a ex-deputada Gorete Pereira, em período eleitoral, estando à disposição também da chapa opositora para qualquer visita ao local”. A atual prefeita de Madalena ainda deixa claro que “no processo não há em nenhuma cláusula que deixe claro a comprovação alegada pela denuncia”.

O Revista Central mostrou ontem os detalhes da decisão. O Ministério Público Eleitoral (MPE) sustenta que os investigados teriam, no dia 20 de outubro de 2020, em pleno período de campanha eleitoral, realizado comício dentro da fábrica da empresa Sigma Costura Ltda. Na decisão, o juiz Carlos Henrique Gondim, da 63ª Zona Eleitoral, ainda detalha que a acusada “se utilizou de toda estrutura e máquina administrativa da prefeitura, leia-se, servidores públicos, para participarem durante o horário de expediente, de caminhadas e outros eventos eleitorais, conforme consta dos registros fotográficos em anexo, que serão corroborados pelos depoimentos testemunhais”.

“Esclareço também que de maneira alguma, houve qualquer tipo de coação as funcionárias da fábrica DelRio para que declarasse apoio ao nosso nome, muito menos obrigar a qualquer uma delas a votar em nossa chapa em troca de emprego, até por que são todas prestadoras de serviço desde a instalação da empresa em nossa cidade, escolhidas por seleção da própria empresa e não havendo qualquer interferência da nossa parte”, rebateu Sônia em suas redes sociais. E continuou: “O que realmente aconteceu, foi uma visita nossa acompanhando a ex-deputada Gorete Pereira, em período eleitoral, estando à disposição também da chapa opositora para qualquer visita ao local”.

A decisão do juiz foi tomada em primeira instância e, portanto, cabe recurso. Sônia Costa esclareceu que vai recorrer. Caso a decisão da justiça seja acatada, ela fica inelegível, terá o diploma cassado e ainda ficará proibida de se candidatar pelos próximos oito anos, além de ainda perder os direitos políticos e serem afastados do cargo.

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