Os casos de Sindrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), muitos deles decorrentes de sintomas gripais, continuam crescendo no Ceará. Só na última semana foram quase 150 novos casos rgeistrados no estado. No total, o Ceará já acumula 503 casos confirmados somente nas últimas quatro semanas.
De acordo com a nota técnica da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa-CE), dos 503 casos de SRAG, 99 foram por influenza. Idosos acima de 70 anos e mulheres foram as classes mais acometidas.
Entre as cidades do Sertão Central, Quixeramobim aparece com o maior número de casos registrados na região, segundo os dados do documento: foram 18 casos nas últimas semanas. Eram 15 até a semana passada e num intervalo de sete dias, três novos casos foram registrados.
O monitoramento integra o sistema de vigilância epidemiológica utilizado para acompanhar a evolução das infecções respiratórias e orientar ações de prevenção e atendimento na rede de saúde.
A SRAG é um quadro clínico caracterizado por sintomas respiratórios graves, como febre, tosse, dificuldade para respirar e comprometimento da oxigenação. Entre os agentes que podem provocar a síndrome estão os vírus da influenza, responsáveis por diferentes tipos de gripe. Em muitos casos, o paciente necessita de internação hospitalar.
Segundo a Sesa, no último mês 23,5% das 503 notificações notificações foram classificadas como SRAG não especificada, 18,9% à SRAG por Influenza, 17,1% como SRAG por outros vírus e 0,6% relacionados à Covid-19. 40,4% das notificações desse período permanecem em investigação.
