O Ceará celebra nesta quarta-feira (25) a Data Magna, que marca a abolição da escravidão no estado em 1884, quatro anos antes da assinatura da Lei Áurea no Brasil. O território cearense foi o primeiro do país a extinguir o regime escravista.
O marco histórico teve como epicentro a região onde hoje está o município de Redenção, que 142 anos atrás era chamada de Vila de Acarape. No local, foram concedidas as primeiras 116 cartas de alforria, simbolizando o início oficial do processo de libertação no estado.
A iniciativa projetou o Ceará no cenário nacional como referência no movimento abolicionista. Após a libertação, os ex-escravizados buscaram diferentes formas de inserção na sociedade.
Parte deles seguiu para áreas de refúgio, como o quilombo na Serra do Evaristo, em Baturité, temendo a fragilidade das garantias de liberdade. Outros migraram para Fortaleza ou tentaram reconstruir vínculos familiares, enquanto alguns permaneceram nas propriedades, passando a trabalhar de forma remunerada.
Redenção preserva até hoje símbolos desse processo histórico, com museus, prédios antigos e espaços que remetem ao período da escravidão, como estruturas de casa grande e senzala. O município se consolidou como destino turístico e ponto de memória da luta pela liberdade no Ceará.

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