TRE fará reunião para definir participação da força federal no 2º turno

tropas_federaisA decisão foi comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, neste domingo, 19/10, por meio da Mensagem TSE nº 166.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, desembargadora Iracema do Vale, reúne nesta terça-feira (21/10), às 14 horas, em seu gabinete, o comandante da 10ª Região Militar, general de divisão Marco Antônio Freire Gomes, e o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Estado, Servilho Silva de Paiva, para definir a integração da Força Federal no esquema de segurança no 2º turno das eleições.

Da reunião participarão ainda o comandante geral da Polícia Militar, coronel Lauro Carlos de Araújo Prado, o corregedor regional eleitoral, desembargador Abelardo Benevides Moraes, o presidente da Comissão Permanente de Segurança do TRE, juiz Mauro Liberato, e o procurador regional eleitoral, Rômulo Conrado.

Ofícios

Nesta segunda-feira, 20/10, a presidente do TRE-CE enviou o ofício nº 3.909/2014 ao comandante da 10ª Região Militar e o ofício nº 3.910/2014 ao governador do Estado para comunicar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que autorizou a presença de tropas federais no 2º turno das eleições, no Ceará, no próximo domingo, 26/10.

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A solicitação de reforço de tropas federais no 2º turno foi feita pela presidente do TRE-CE, desembargadora Iracema do Vale, na última quinta-feira (16/10), atendendo pedido do Ministério Público Eleitoral.

Na sexta-feira, 17/10, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral, João Otávio de Noronha, no processo administrativo nº 166727/2014, autorizou a presença de tropas federais nos municípios de Caucaia, Maranguape, Maracanaú, Pacatuba e Fortaleza no 2º turno das eleições.

A decisão foi comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, neste domingo, 19/10, por meio da Mensagem TSE nº 166.  Nela, o ministro destaca que “o governador do Estado do Ceará concorda com o emprego das forças armadas nos municípios indicados pelo TRE-CE. Ademais, as justificativas apresentadas pelo Ministério Público Eleitoral indicam a necessidade de atuação de força federal naquelas localidades”.