Quixadá: Fiscalização fecha novamente o “Bar das Panteras” e 10 pessoas são detidas por causar aglomeração

Bar foi fechado por causar aglomerações e dez pessoas foram autuadas (foto: whatsapp)

Quixadá: Agentes de fiscalização e a Polícia Civil fecharam o Bar das Panteras na noite desta terça-feira (6). Apesar de ter status de bar, o Panteiras é bastante conhecido em Quixadá por ser uma casa formada por garotas de programa. O estabelecimento estaria descumprindo as medidas de segurança sanitária e por isso foi fechado.

Equipes da Agência de Fiscalização de Quixadá (Agefisq), Guarda Civil Municipal, Autarquia Municipal de Trânsito e da Polícia Civil faziam um patrulhamento de rotina para fiscalizar locais que estivessem promovendo atos em desacordo com as medidas estabelecidas pelos Decretos Estadual e Municipal em Quixadá.

Após uma denúncia, as equipes foram até o local e constataram uma série de irregularidades. O delegado Regional William Lopes consultado pelo Revista Central informou que no estabelecimento havia aglomerações e venda de bebidas alcoólicas. Cerca de 10 pessoas, entre clientes e mulheres que trabalhavam no estabelecimento foram presas e autuadas em flagrante com base artigo 268 do Código Penal, aplicado a quem infringe determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

Apesar de não mais proibir a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em Quixadá, o decreto municipal que traz ações de enfrentamento à pandemia, não autoriza o consumo de bebidas ou a permanência de clientes em pontos comerciais em função do lockdown.

No local os agentes flagraram atos de aglomeração, e por isso fecharam o estabelecimento.

Essa não é a primeira vez que o Bar das Panteras é autuado em flagrante. No último dia 14 de março as mesmas equipes de fiscalização fecharam o Bar por ter que cumprir as medidas de lockdown, já que ele não se caracterizava como serviço essencial. Na época grupos de whatsapp divulgaram mensagens em áudio de mulheres que trabalham no local falando sobre os prejuízos de “não estarem trabalhando”.