Usuários ficam receosos com trecho da estrada Banabuiú/Quixadá que ainda resta ser feito

Trecho reconstruído da BR-122 que liga Banabuiú a Quixadá (Foto: frame de vídeo)

Região Central: O receio de moradores sobre a situação péssima na estrada que liga Banabuiú ao município de Quixadá, foi substituído por um receio literalmente menor: a via está sendo recuperada por trabalhadores federais, mas prestes a praticamente ser concluída, há um pequeno trecho que ainda não foi feito, gerando o temor de que a obra seja entregue pelo Governo Federal “pela metade”.

A estrada que liga os dois municípios é a BR-122, por tanto, de responsabilidade federal. O trabalho no trecho é feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Próximo a comunidade de Jurema, ainda na área geográfica que pertence ao município de Banabuiú, há um trecho de poucos quilômetros que ainda não foi recuperado e aguarda pela intervenção dos trabalhadores.

De maneira geral, a obra está praticamente pronta e até já chegou aos dois extremos: tanto na entrada da cidade de Banabuiú, como na chegada da cidade de Quixadá. Diariamente há trabalhadores na estrada. Ainda restam algumas partes da via que estão passando pelo processo de reconstrução asfáltica. No entanto, o pedaço da via próximo a Jurema segue esburacado. Motoristas e trabalhadores de transportes intermunicipais temem que o trecho fique como está.

O Portal Revista Central apurou que o trecho que ainda resta ser feito aguarda o preparo de um tipo de material mais resistente que possa ser colocado sob o antigo asfalto, antes do trabalho com novas camadas de pavimentação. Isso seria necessário em função do avançado desgaste da estrada naquele local, mas o material asfáltico especial ainda estaria sendo preparado e aguardando a chegada para a continuidade do trabalho.

O prefeito de Banabuiú, Edinho Nobre, desde o começo sempre foi um dos mais interessados na recuperação da via. Ele tem acompanhado com frequência o trabalho no trecho e, por seu empenho na busca até que conseguisse finalmente a chegada das obras por meio de lideranças que possui em Brasília, fato que se desdobrou desde 2018, é difícil imaginar que ele deixaria um relaxamento do Dnit passar barato.

Mesmo assim, por razões óbvias, custa acreditar que uma estrada federal seja entregue inacabada, com restos a serem feitos. Isso traria diversos problemas como denúncias que geraria um desgaste desnecessário à União, por isso, é certo que o trecho vai sim, ser feito. O segredo é esperar com paciência a chegada do material até que a estrada seja concluída. Uma coisa é certa: muito pior já esteve.