Comitiva quixadaense cobra do DNOCS renovação de concessão aos loteiros do Cedro e Pedras Brancas

Jackson Perigoso, o diretor do Dnocs, e o secretário de agricultura de Quixadá, Fausto Moreno em reunião no Dnocs (Foto: reprodução/Jackson Perigoso)

Quixadá: A situação dos loteiros que moram na área dos açudes Cedro, em Quixadá, e Pedras Branca, na comunidade homônima na cidade de Banabuiú, foi discutida na última semana em Fortaleza, na sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). O vereador de Quixadá, Jackson Perigoso, participou da reunião e reivindicou os direitos dos loteiros, cobrando uma resposta do órgão.

O encontro aconteceu na última quinta-feira (7), na Capital. Além de Jackson Perigoso, o secretário de agricultura de Quixadá, Fausto Moreno e o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Quixadá, Amilcar Silveira, também estiveram presentes. A comitiva quixadaense foi recebida pelo coordenador estadual do Dnocs, Antônio José Porto Mota.

A discussão sobre a situação dos loteiros foi o principal tema do encontro. Jackson falou da necessidade de obter um retorno urgente por parte do órgão federal, que possa servir como resposta aos moradores, tendo em vista que eles amargam graves problemas diante da indefinição por parte da legalização de sua moradia no terreno.

“Os loteiros do DNOCS há anos tem perdido inúmeros benefícios em razão da falta de renovação de suas concessões, como fazer empréstimos em bancos e outros programas governamentais, nos últimos dias muitos me procuraram pedindo os ajudassem”, destacou Jackson. Perigoso ainda pontuou no encontro que em vários distritos, como em Tapuiará, na zona rural de Quixadá, famílias nesta situação aguardam por uma resposta do órgão e enquanto isso, enfrentam problemas.

O secretário municipal de agricultura de Quixadá, Fausto Moreno, reforçou a situação e destacou a importância para dos títulos para os ribeirinhos. “É uma demanda que necessita ser resolvida de forma urgente”, disse.

Antônio José Mota fez uma ampla explanação e teria prometido enviar a Quixadá equipes do órgão federal até fevereiro para iniciar dos trabalhos de recadastramento dos lotes. “A reivindicação é justa, é uma situação que vamos colocar como prioridade, para que até dezembro a gente possa entregar os títulos”, garantiu.