Presa mulher que matou a tijoladas amiga grávida e tirou bebê da barriga com estilete

Vítima foi morta com tijoladas premieditadamente por amiga, que retirou feto da barriga com estilete

Foi sepultado neste sábado (29) o corpo de uma professora de 24 anos que estava grávida e que foi morta a tijoladas pela amiga, para que ela pudesse ficar com a criança. O crime aconteceu na sexta-feira (28) em uma fábrica de cerâmicas na cidade de Canelinhas, interior de Santa Catarina. De acordo com a Polícia a suspeita do crime tem 26 anos e após o crime ela cortou a barriga da vítima com um estilete e teria retirado o feto. Ela queria ficar com o bebê, já que estava também grávida, mas tinha sofrido um aborto expontâneo.

O polêmico caso chocou o Brasil e circulou em vários grupos de notícias policiais no Whatsapp. De acordo com o portal G1, da TV Globo, a vítima teria desaparecido desde a última quinta-feira (27), quando saiu de casa a pé para ir em a chá de bebê surpresa. Grávida de 38 semanas, ela foi levada até uma fábrica de cerâmicas à noite, e desde então, não foi mais vista. As investigações da Polícia apontam que uma amiga da vítima tenha feito uma emboscada para cometer o assassinato e ficar com a recém-nascida.

Fábrica de cerâmica para onde a vítima foi levada e morta

Na fábrica de cerâmicas a grávida foi atinjida com tijoladas e depois de morta, teve a barriga cortada por um estilete, pela suspeita e o compaheiro dela. Os dois levaram a recém-nascida até um hospital alegando que ela seria filha de uma mulher que teve um parto em via pública, mas a história não convenceu e os dois foram presos. Horas depois, a mulher confessou o crime e disse que ele foi premeditado. A bebê foi internada no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis e o nascimento da menina estava previsto para 22 de setembro.

A suspeita que está presa chegou chegou a compartilhar mensagens em suas redes sociais, pedindo ajuda e informações para encontrar a vítima, afirmando que ela estava desaprecida. Era tudo uma estratégia para que não a vissem como uma suspeita do crime. O delegado que investiga o caso, Paulo Alexandre Freyesleben e Silva, disse que em depoimento a vítima “Relatou que foi uma forma de não chamar atenção para ela, uma forma de demonstrar preocupação. Pois ela não contava que a vítima seria localizada, ela iria inventar a história que viu a vítima saindo com desconhecidos”.

O estilete foi encontrado no local do crime. O corpo foi periciado e sepultado neste sábado. Não há previsão de em quantos dias o laudo fique pronto. O delegado ainda disse que a suspeita do crime foi fria em seu depoimento. “Ela [suspeita] é extremamente fria, em momento algum ela demonstrou algum tipo de arrependimento ou algum tipo de culpa em relação a toda a situação”, afirmou Silva. Já o marido dela, estava nervoso e chorou durante o depoimento ao delegado.